Essa é destaque no
Jornal do Commercio:
“O script para pagamento de bandas em shows nos municípios
do Estado, pela Empresa Pernambucana de Turismo (Empetur), volta a ser foco de
acusações, agora na Assembleia Legislativa, exatamente onde parlamentares têm
sido apontados como instrumento dos gastos públicos com essas festas.

Porto citou como exemplo a cantora baiana Margareth
Menezes que, segundo o D.O. da Bahia, recebeu R$ 30,9 mil para cantar no
Pelourinho, em Salvador, dia 13 deste mês, e quatro dias depois ganhou R$ 150
mil para uma exibição em Belém de São Francisco (Sertão). "Está tudo
documentado", assegurou.
O Deputado oposicionista atribuiu diretamente à Secretaria de Turismo e à Empetur a responsabilidade pelos casos relatados como de discriminação política. "Elas é que escolhem as bandas, não são as prefeituras", destacou. Porto citou Agrestina, São João e Canhotinho essa, onde seu sobrinho Felipe Porto é prefeito como cidades com gestores "que apoiaram Armando Monteiro (PTB) ao governo" e que não receberam apoio para o Carnaval e festas de padroeiro, enquanto as governistas Jucati, Bonito e Altinho, também no Agreste Meridional, teriam sido contempladas. "Isto é clara perseguição política", definiu.
O Deputado oposicionista atribuiu diretamente à Secretaria de Turismo e à Empetur a responsabilidade pelos casos relatados como de discriminação política. "Elas é que escolhem as bandas, não são as prefeituras", destacou. Porto citou Agrestina, São João e Canhotinho essa, onde seu sobrinho Felipe Porto é prefeito como cidades com gestores "que apoiaram Armando Monteiro (PTB) ao governo" e que não receberam apoio para o Carnaval e festas de padroeiro, enquanto as governistas Jucati, Bonito e Altinho, também no Agreste Meridional, teriam sido contempladas. "Isto é clara perseguição política", definiu.
O secretário de Turismo de Pernambuco e deputado federal
licenciado, Felipe Carreras (PSB), a quem a Empetur está subordinada,
"negou haver discriminação política" no financiamento de shows em
municípios e contestou as acusações de superfaturamento nos cachês pagos a
artistas e bandas. Carreras afirmou que o governo, via Empetur, abriu edital
para qualquer artista se apresentar no Carnaval, podendo colocar o valor do seu
cachê. "Foi feito um portfólio para mostrarmos aos prefeitos e aumentamos
de três para cinco a necessidade de comprovação de cachês. A Margareth Menezes
comprovou que se apresentou noutro lugar pelo valor contratado", disse.
Na Alepe, governistas reagiram às acusações, saindo em defesa do governo estadual. O líder Waldemar Borges (PSB) afirmou "não haver postura discriminatória" e que o governo trata igual a todos os municípios, "independentemente da coloração partidária". "Foi este governo que colocou regras em uma área muito subjetiva, através de um edital que diminuísse a subjetividade. O governo não tem como controlar preços de artistas, por isso colocou regras", acrescentou Borges após a sessão. "Não há escolha por quem apoiou e quem não apoiou Paulo Câmara. Em Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB) é de oposição e lá houve polo de Carnaval. Em Itamaracá, também", lembrou Aluísio Lessa (PSB)”. (Jornal do Commercio – Ayrton Maciel - Política – 25/02/2015)
Na Alepe, governistas reagiram às acusações, saindo em defesa do governo estadual. O líder Waldemar Borges (PSB) afirmou "não haver postura discriminatória" e que o governo trata igual a todos os municípios, "independentemente da coloração partidária". "Foi este governo que colocou regras em uma área muito subjetiva, através de um edital que diminuísse a subjetividade. O governo não tem como controlar preços de artistas, por isso colocou regras", acrescentou Borges após a sessão. "Não há escolha por quem apoiou e quem não apoiou Paulo Câmara. Em Petrolina, Júlio Lóssio (PMDB) é de oposição e lá houve polo de Carnaval. Em Itamaracá, também", lembrou Aluísio Lessa (PSB)”. (Jornal do Commercio – Ayrton Maciel - Política – 25/02/2015)